Nada como um sábado
Nada como sábado em família:
Sua mãe assa pães de cebola, você lê quadrinhos do Calvin e Haroldo e sua irmã, ora sim, ora também, interrompe vocês duas contando detalhes do carro novo dela que ela tira do manual que está lendo desde de cinco da tarde...
Sobre a sexta
Daí que você chegou super desanimada e pensando na sua cama. Só que de repente, não mais que de repente, você percebe que já se livrou de 4 Mantis, respondeu 2 emails, bebeu 2 xícaras de café e ouviu 2 vezes o CD da Selena Gomes. E ainda são 9 da manhã....
Sobre o desafio que não foi
Para começar aquele colega de projeto deixou de ser colega de projeto, deixou de ser colega de sala, deixou de ser colega de empresa.
Houveram também problemas relacionados a preguiça dela de procurar coisas interessantes para posts. Ela usou parte deste tempo pra olhar para o tempo, para conversar com a família e também para rolar a time line no facebook.
A pós lhe deu uma prova no final do mês também. Ela teve que rever suas apostilas tediosas de gerenciamento de projetos para tirar nove dos dez pontos distribuídos.
E para finalizar, este mesmo colega aí de cima, saiu da friendship zone, andaram de mãos dadas um dia e acabou que voltou de novo para a friendship zone. E ela não está nada feliz com essa regressão.
E agora?
Agora ela tem um desafio mais realista: 15 posts para abril. Será que consegue?
Mais ausência
Você não postou sábado? Não.
Por que? Desânimo, gripe...
E domingo? Domingo trabalhei e depois fui bater perna no shopping. Cheguei tarde.
E ontem? Segunda é o dia oficial de passar roupa. Fiquei cansada.
E hoje? Hoje foi um resumo de tudo isso, tirando as roupas: gripe, desânimo, cansaço, muito trabalho, cheguei tarde...
Você nem falou da manifestação? Nem falei.
E houve carnaval
Foi recebida na casa da prima já com cuba e gelo, e mesmo depois da segunda dose continuava desaminada. Mas como não queria estragar o carnaval de ninguém, botou o sorriso no rosto e foi seguindo as meninas.
Chegado no local da festa, começou a sentir que aquilo ali não era seu lugar. "Nada que uma musiquinha não resolva" - disse a prima. E aí, já que já estava na chuva, se molhou. Aprendeu três ou quatro coreografias, comprou água, ganhou um banho de cerveja nas pernas, não reclamou das pessoas suadas que transitavam pra lá e pra cá encostando nela. Ela por sua vez também suada, transitou pra lá e pra cá encostando nos outros...
Acabou que entre mortos e feridos salvaram-se todos. Ficou com uma boa impressão do carnaval de BH. Não viu brigas, não viu assaltos, não viu homens agarrando mulheres a força... Ainda não gosta de carnava, mas se houver convite, no próximo ano sai de novo para seguir o bloco por uma das ruas da cidade.
Primeiro dia de trabalho do ano
Aquele que passou
Tópico 1: a volta pro trabalho
Iniciei o ano com um trabalho temporário. Seriam 45 dias para entregar um projeto. Era um misto de vontade de dar certo e vontade de acabar logo. Acabou que foram 45 dias de ócio. Sabe-se lá porque não fiz nada nos 45 dias e acabou que fui contratada para compor a equipe de outro projeto. E lá está até hoje. Vieram outros projetos, o misto de vontade persiste. Sabe bem que não tá lá muito motivada mas sabe também que ter um emprego é melhor do que não ter um emprego e pretende manter o seu.
Tópico 2: aquilo que não funcionou
Outra parte do ano que passou foi a coisa do dar aula. A decisão foi tomada em um ato meio desesperado de quem estava a quase seis meses sem conseguir um emprego. Apareceu a oportunidade e ela foi. Antes não tivesse ido. Houve um post por aqui explicando porque não funcionou. Resumindo a história: não consegui dar aulas.
Tópico 3: amor e copa
Meados do ano veio a copa e ela trouxe para mim um novo amor. Começou aos trancos e barrancos e teve lá uns poucos momentos bons. Teve uma suspeita de gravidez, que ela não falou com ninguém. Houve um caos na vida deles. Como uma boa história complicada, até hoje ela não tem um ponto final.
Tópico 4: o carro
Depois de séculos poupando, consegui comprar um carro.Não sei ainda porque exatamente eu queria ter um carro. Vezes eu penso que foi só mais uma meta que a sociedade coloca como uma das coisas q você deve fazer para ser feliz...Vezes eu penso que me ajuda a me locomover... Vezes penso que é só mais uma forma de consumir meu dinheiro...
Não tive a fase "empolgação" com ele. Dirigir para mim tem sido sofrido. Mas aos trancos e barrancos sigo. No último dia 29/12/2014 comecei a ir de carro pro trabalho. Vou com o coração na garganta e as mãos grudadas no volante, mas vou.
Tópico 5: a única promessa cumprida
Foi mesmo a única e foi assim já nos 45 minutos do segundo tempo. Conseguir uma amiga! Sim senhores, uma amigA, ser do sexo feminino, com quem dá pra reclamar do esmalte descascado, das pontas duplas... Ganhei uma das boas. Estou feliz da viada exibindo ela por aí. Era, da minha lista, a meta mais difícil de ser conseguida. Nem sei dizer o quanto estou feliz de ter conseguido!
Tópico 6: crescendo...
Sabe aquela história de que dor amadurece?? Esse ano foi a realização disso. Continuei tendo que lidar com dor da minha mãe, continuei tendo que lidar com minhas inseguranças profissionais, continuei tendo que lidar com meu coração partido(e sei que vai ter muito mais disso tudo em 2015). Mas então por que você chegou a conclusão de que cresceu? Já estará perguntando você leitor. Respondo: Comecei a desistir de minhas atitudes mimadas em relacionamentos, desisti de acreditar que as pessoas mudam, desisti de acreditar que sou importante para as pessoas da mesma forma que elas são para mim, desistir de querer estar lá exibindo um sorriso nos momentos de dor das outras pessoas. Atualmente estou na fase "Eu tenho a minha dor" e estou cuidando é dela. Outra coisa que fiz que assumo como crescimento foi desengavetar meu "livrinho de contos" e mandar para dois amigos revisarem. Um deles nunca falou nada sobre o livro, o outro me deu altos tapas virtuais dizendo que não tá nada bom. E estou eu com esse osso para roer em 2015... E aí, pegando todo esse meu crescimento, estou eu aqui com uma busca meio ingrata: tentando aprender a ser só, tentando aprender a me bastar. Não tenho nem ideia se tenho ou não progresso nesta área, mas garanto que estou concentradíssima nisto.
E foi assim senhores, foi uma ano como outro qualquer. Foi um ano especial. Foi meus 28 anos.
Aguardemos os próximos!
O primeiro carro
O processo mesmo da compra foi muito mais tranquilo do que ela esperava, foram ao cartório, abriram firma, preencheram o documento. Foram ao banco, fizeram a transferência. Tudo isso em um tempo record: uma hora.
No final de semana seguinte o carro foi entregue na casa dela. Aí começou o trabalho. O amigo de quem comprou o carro, exigiu que ela possuísse um caderno de notas para preencher com as mil observações sobre o carro: tempo de trocar óleo, tempo de trocar pastilhas de freio, tempo de alinhar, tempo de trocar o pneu, tempo de levar pra revisão. Local onde a água de num sei o que tem que estar, local onde o óleo de num sei que outra coisa deve ficar, tempo de trocar bateria do controle do alarme, jeito de travar o volante, jeito de abrir o lugar de colocar gasolina. Como abrir o macaco, como guardar o triangulo, como tirar a frente do rádio, como ligar o desembaçador. Quando assustou já haviam várias páginas cheias. O caderninho acabou mesmo por ser útil.
Depois das quinhentas anotações, quando ela já achava que poderia guardar o caderninho, foi a hora de passar os olhos em nota por nota de todos os serviços que ele havia feito no carro. Hora da contabilidade! Já se foram cálculos e planejamentos para mais páginas do caderninho.
Quando finalmente pode guardar o caderno. Veio a hora mais perigosa: sair para inauguração. Perigosa? Já se indaga o leitor. Sim senhor! Ela não dirigia a mais ou menos 11 meses. Nem se lembrava direito dos "comandos" para conversão, não lembrava pra que lado vira o volante quando tá de ré (Hã? - Nem queira explicação). Mas, apesar dos pesares, voltaram todos inteiros para casa.
Assim, ela terminou a semana, achando que tudo havia acabado. Agora era só ir treinando a direção. Inocente ela, ne?
Vai no Detran para tocar o documento, manda lavar o carro porque o moço do Detran disse que está muito sujo o lugar onde tem o número do chassi. Volta no detram. Um dos tios vê num sei o que na caixa de marcha. Marca o mecânico, leva no mecânico. O outro tio vê não sei o que no sistema de alarme, liga pro mecânico de novo, leva no mecânico de novo. Volta no detram para buscar os documentos,que não estão prontos. Volta no detram, vai no cara que faz a placa, leva na delegacia para emplacar, emplaca, vai no posto, abastece. Vê o saldo da conta corrente quase a zero. E assim passa a semana...
Daí ela conclui que aquela história de que quem compra um carro ganha um filho. Agora ele tá ali quietinho, mas já sabe que daqui a pouco ele vai aprontar alguma e ela terá que sair para cuidar dele mais uma vez. E olha que ela ainda não renovou o seguro e nem fez a "trilha sonora" para passeios.
No final,ela tá até feliz com a nova responsabilidade e já possui aventuras para postar. E assim, seguimos...
Como um post vai se diluindo
Você chega em casa decidida a dar "continuidade" ao seu post. Abre outro documento em branco, escreve duas linhas e ... E começa tudo de novo: a irmã chama para mostrar uma promoção. A mãe avisa que tá precisando de ajuda para prepara o lanche. Aí você lancha, conversa sobre o cotidiano de uma, dá palpite na vida da outra, assiste Tv. Conversa com mais um no Facebook, lê a página do jornal, escuta aquele cd... Quando assusta já está passando da hora de tomar banho e deitar.
No dia seguinte é tudo igual, muda uma ou outra distração e quando você se dá conta é sexta-feira. Aí bate aquela certa tranquilidade: "tenho o final de semana todo para terminar isso". E mais uma vez, você adia.
O sábado é quase que cheio de coisas de casa: resto de faxina, compras para a semana, idas ao salão de beleza e logo dá a hora de lembrar que você também é filha de Deus e descansar (ou seria cansar?). Fica para o Domingo.
Ah o Domingo! Aquele dia meio morto onde nada abre e você sempre acha que vai resolver tudo que ficou pendente na semana. Você começa cheia de energia, levanta, lava o cabelo, vai à missa, passa na padria, leva pão de queijo, toma café, arruma o quarto, dá sugestões pro almoço (vezes até mesmo prepara o almoço), almoça, ajuda com a louça...Aí senta na sala. Aparece um filme para ver, depois tem aquele episódio do seriado e mais outro e só mais um. E aí? Isso mesmo! Acabou o domingo.
E assim vai. Passa uma semana, um mês e você ainda não postou aquele texto...
O porquê no post Fazer o que se gosta....
Quando distribuem o caderno de provas, continua pensando no drama que faz da sua vida: não anda com paciência para os problemas familiares, anda desaminada com os estudos e, principalmente, com a sua crescente desilusão com trabalho e profissão. Assim que vira a capa do caderno esbarra com o título do texto. Já sente a pulga encostanto atrás da orelha. Enquanto corre os olhos pelas linhas vai crescendo a sensação de que aquilo ali estava escrito para ela. Quando termina a leitura sente os cinco dedos do tapa "virtual" que levou na cara. O ardor não lhe deixaria continuar a responder calmamente as questões e ela também não possuía nada para esvaziar a mente que já não parava de pensar no assunto.
Se viu refletida no parte dos insatisfeitos que querem trabalhar com o que gostam. Adoraria morar em uma cabana nas montanhas, levantar as seis da manhã, fazer uma xícara de café e passar o dia escrevendo. E, até mesmo, acredita que se o autor lhe pedisse para que ela deixasse as meias e os sapatos com ele, deixaria. Mas o que mais lhe chamou atenção foi a parte do "precisa ser feito".
E foi essa a primeira visão que decidiu levar para seu cotidiano. Ela agora vai continuar levantando as cinco da manhã, longe das montanhas, tomando seu café só as sete, mas tentando sempre pensar que tem alguém que está dependendo do seu trabalho. Mentalizando que alguém vai ficar feliz em receber aquela versão mais redondinha, sem erros, e poder utiliza-la tranquilamente.
A parte do perfeccionismo já era sua companheira. Ela ainda não encontrou aquele reconhecimento citado mas também não desistiu de continuar correndo atrás. Vai que o reconhecimento está ali na esquina? O jeito é continuar caminhado.
E assim, mesmo naquele domingo frio, mesmo que a prova não lhe traga bons resultados, ela conseguiu extrair dela uma ótima experiência. A sacudida lhe deu um fiozinho de esperança. E foi com essa esperança que respondeu as questões, com essa esperança que abraçou a mãe no final da prova e ainda é com ela que está vivendo essa semana.
Sobre pessoas e shows
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| Maria Rita - Foto: http://www.soubh.com.br/ |
Como esperado ela foi mesmo a show da Maria Rita mas não vai usar este post para elogiar o show. Claro que estava ótimo, mas a questão percebida lá dentro foi a evolução do comportamento das pessoas na platéia, que é o assunto para hoje. Claro que ela vai se basear em suas próprias experiências, mas acredita que alguma coisa vai ser comum a todos nós.
Quando criança, quando se vai ao show daquelas cantoras, a primeira reação é o medo: temos que enfiar no meio daquela multidão e dar passos maiores que nossas perninhas. Depois é o deslumbramento: tudo lido, colorido. Parece a coisa mais legal da sua breve vida.
Na adolescência é hora das boybands, shows de rock. Chega-se no minimo 6 horas antes do show. A correria para entrar é parte do espetáculo. Corre como se um milhão de reais estivesse em jogo. Canta-se como se sua vida dependesse daquele refrão, pula, grita. Sai de alma lavada e com um sorriso no rosto.
Lá pela faixa dos 23 anos, vai ao primeiro show "de mesa". Sente-se a mais sofisticada das criaturas ao contar para os amigos que foi no show da Fulana ou daquela banda de jazz que ninguém conhece. Fica sentadinha naquela cadeira hipnotizada pelos instrumentos e aplaude discretamente como todos os outros.
Daí vem os shows de adulto, não pega mais a correria da entrada porque ficou procurando vaga no estacionamento. Não corre para entrar porque não tem nenhuma paciência de ficar vendo os videos que vão ficar exibindo antes do show começar. Passa no banheiro antes e já com o copo de coca-cola entra na arena. Olha para a pista e se pergunta: Será que aguento ficar em pé ali durante todo o show? E já duvidando do seu lado adolescente que deu a resposta positiva, vai para a arquibancada. Senta em um lugar mais no alto (não aguenta aquele povo passando na sua frente toda hora) e conversa sobre coisas do cotidiano com o acompanhante. Nada de ressaltar o quanto ama aquela banda, ou que espera que seja o "show da sua vida". Durante o show fica mais contida, não pula, dança lá no seu cantinho, canta (mas já não grita), aplaude e acaba por sair achando que faltou alguma coisa.
Ontem ela saiu assim, com essa sensação de não ter aproveitado o bastante. Sentiu vontade de estar lá na pista onde estavam os fãs mais exaltados, dançando o tempo todo como eles faziam. Sentiu uma pontinha de inveja dos chapéus dos sambistas, dos passos coordenados ou não, dos gestos livres sem medo de acertar a pessoa do lado... Em outras palavras, sentiu falta da liberdade da adolescência.
E assim decidiu, no próximo show vai como adolescente. Vai chegar cedo, enfrentar fila, correria na entrada, ficar em pé na pista, cantar, gritar e sair de lá com a certeza de que aproveitou até o último segundo daquelas breve horas.
Agora já está esperando a Maria Rita voltar enquanto canta e ensaia os passos do samba:
"Eu não nasci no samba, mas o samba nasceu em mim
Quando eu pisei no terreiro, ouvi o som do pandeiro
Me encantei com o tamborim
Noite que tem lua cheia
Meu coração incendeia
Bate mais forte na marcação
O povo sacode o pagode
Batendo na palma da mão
É corpo, é alma, é religião"
carinha nova
Ela nuca foi do tipo que aceita muito bem mudanças, é meio conservadora, embora quase nunca admita esse fato...
Sempre que pensava em trocar "a carinha" do Vinte, sentia um aperto no coração e acabava postegando.
Até que um dia, a Marcela, lá do Radiante, sugeriu a mudança e ela começou a pensar com carinho no assunto e uma hora acabou trocando.
Ainda não é o layout super chique que a Marcela vai fazer pra gente (estamos espeando!), mas o Vinte tá com essa carinha nova!
Ela ainda não sabe se vai ficar assim mesmo, ou se ainda tem mais coisas para ajustar, mas por enquanto é isso. Claro que ela já está sentindo falta da "Carinha antiga" mas às vezes as mudanças são bem vindas!
Sigamos!!
Aquilo que não funcionou
....
Até da baliza? Sim, ela costumava a fazer isto de olhos fechados, agora travou.
Que dia é o exame mesmo?
Susto do dia: E ele foi pra rehab?
Vi lá no Radiante e apaixonei:
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| Poster Minimalista do filme Toy Store - Fonte: http://www.kareemmagdi.com/ |
Muram de novo a história de Romeu e Julieta em Julieta Imortal. E ela está adorando a leitura.
Contas e contas e mais contas. Todas tem que ser pagas mesma?
Passando pelas férias
| Praia do Forte - Cabo Frio RJ |
![]() |
| Vista do Forte da Praia do Forte - Cabo Frio RJ |
| Trecho da Orla Bardot - Búzios RJ |
caminhando para os trinta
"ai, tou tão sozinho"
Você escuta e sai com a outra máxima:
"aham, sei."
tempo
Eis que assim de repente ela pode decidir o que realmente que fazer da vida...
Eis que assim de repente ela anda se sentindo mais confusa do que nunca...
se até o horoscopo diz
faxina virtual
Passou um longo tempo analisando as escritas, os marcadores, a agenda...
Limpou a caixa de spam, esvaziou a lixeira, jogou fora todas as propagandas de compra de celular novo que recebeu durante o mês...
Arrumou as ofertas de cursos, releu alguns emails técnicos do tipo "como fazer".
Jogou fora alguns e-mais marcados com "estrela", deletou outros que sentia que devia guardar. Daqueles que trazem lágrimas, que trazem um calorzinho bom, mas que não trazem a vida de volta.
Enfim, do 4625 não lidos, passou para apenas 1000 e sente que entrou na Páscoa mais renovada!
Esperança
Depois de semanas no escuro, aparenta uma luz no fim do túnel. Será que eu alcanço ela?



